quinta-feira, 11 de julho de 2013

… A Noite tinha caído sobre a cidade… Estava quente e sentia-se a energia nas luzes espalhadas por todo o lado… Estava-se bem na varanda… a temperatura estava agradável… a pouca roupa que cobria a Maria deixava-a demasiado exposta aos meus olhos… dava-me ideias… ver as suas mãos inocentemente deslizarem por seu corpo despertava-me desejos… a ausência de roupa interior mostrava seu sexo e deixava-me com tesão… Todas essas imagens se conjugavam na minha cabeça despertavam-me a vontade e sentida a adrenalina a correr-me pelas veias… Apetecia-me “joga-la” no chão… sentir o sexo puro… dizer palavras fortes … dar-lhe umas valentes palmadas…
Mas parei… que “filme” estaria eu a fazer na minha cabeça? Estava maluco? Era melhor parar com esses pensamentos ou a Maria certamente ia ficar chateada… Nunca tínhamos abordado o tema de forma tão forte… andávamos sim a explorar o swing mas não “sado”… Apesar de eu secretamente já meter “apoderado” de ideias loucas e até mesmo de alguns acessórios rústicos (nada de coisas de sex shop) tais como umas correntes, uns cadeados, mordaças etç…
Tentei desligar um pouco… Mantemos a nossa conversa mas ela rapidamente se apercebeu que eu estava inquieto e com razão não estava nada a desligar das imagens doidas que havia criado na minha cabeça… Maria ao aperceber-se jogou um pouco com a situação, não sei se para me provocar apenas ou se realmente estava a ficar predisposta para uma seção de sexo… Enquanto falávamos mexia nos seus peitos… tocava sua cona que me parecia estar húmida (mas neste momento já tudo me parecia sexo) … enrolava os seus cabelos com os dedos… trincava os lábios…
Deixei de me concentrar na conversa… ela ia falando mas eu já pouco retinha das suas palavras… só a imaginava num momento diferente e louco de palavras duras e sem qualquer pudor… agarrar seu corpo e possui-lo do meu jeito… leva-la ao ponto de me implorar por mais … faze-la gritar por desejo… encher suas nádegas de palmadas … enrolar minha mão nos seus cabelos …
Perdi a noção das barreiras e levei-a para o quarto ganhei a coragem em mostrei-lhe as correntes, cadeados e mordaças e disse-lhe que estava com ideias doidas… ela manteve um breve silêncio a olhar nos meus olhos… pensei que estava tramado e algo me ia acontecer… A Maria continuando no seu silêncio despiu o pequeno vestido que tinha e disse-me “faz-me o que quiseres” quero sentir o desejo… a carne a palpitar… os teus dedos… o teu caralho… a tua boca… quero que me fodas do jeito que mais gostares… quero sentir que sou o teu único desejo…

Amarrei-a na cama com as correntes apenas deixando que ficasse imóvel nos braços … esqueci as mordaças… Abri-lhe as pernas para ficar com um bom acesso visual e físico a sua cona… estava húmida em demasia tal não era o desejo…  com a língua dei-lhe prazer enquanto alternava a língua com os dedos enfiados entre um e dois… Dizia-lhe palavras duras que a faziam excitar-se ainda mais… por momentos enfiava o meu pénis para que a sua sede aumenta-se ainda mais… fiquei no alternar destas “ferramentas” todas até a ver torcer-se ao ponto do desespero… ai parei.. e ela pediu para que não o fizesse… mas queria deixa-la ao ponto de implorar que a levasse ao orgasmo… coloquei de quatro e penetrei-a enquanto  alternava a penetração com as palmadas que lhe dava no rabo… ela estava excitadíssima e eu também sofria tentando por tudo controlar-me… Alterna-mos para um broxe divinal onde por momentos deixei que os papeis se invertessem… Soltei-a e fui devorado sendo rápido o momento até chegarmos ao LIMITE…

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